"Abrirei as portas do palácio de Belém para que ele seja de todos"
1 - O que a distingue dos restantes candidatos?
Sou de uma geração que já cresceu com os direitos constitucionais da democracia, uma geração que foi tendo acesso, mesmo que gradual, à saúde pública, à escola pública, aos serviços públicos e que é a mesma geração que os viu serem atacados pela austeridade e pelo ciclo de empobrecimento que vivemos nos últimos anos. Muitas das pessoas da minha geração nem sequer sabem o que é um contrato de trabalho e muitas pessoas de todas as idades foram forçadas a emigrar. Conheço bem o país por dentro e a partir de fora, não me enganam com as mentiras sucessivas dos últimos anos que impuseram tantos sacrifícios aos portugueses por causa de supostas imposições europeias. Não alimentarei esta mentira e tenho pena de ver políticos tão experientes a desistir do país. Candidato-me para defender o país, aqueles que aqui vivem e os que querem viver. Para garantir que o que está na Constituição é mesmo para cumprir. Para que a precariedade ou o desemprego não sejam a regra para os mais novos, as pensões de miséria a regra para os mais velhos, para que as crianças tenham todas as mesmas oportunidades. Candidato-me em nome da esperança de um novo ciclo político em Portugal, que recupere os rendimentos e a dignidade, um ciclo que não pode ser travado em Belém.
2 - O que vai fazer para reaproximar os cidadãos da figura da Presidente da República?
A Presidente da República está numa posição única para dar voz e pôr em diálogo os sectores da sociedade que têm sido mais esquecidos ou mais ignorados. Cabe nas suas funções ser a voz de todos e suscitar todos os debates que permitam melhorar a vida das pessoas, da justiça ao trabalho, da saúde à cultura. Serei uma Presidente que abrirá literalmente as portas do Palácio de Belém para que ele seja de todos. Continuarei a fazer o que tenho feito no exercício do cargo público que exerci, a ir a todos os cantos do país, incluindo aqueles onde ninguém vai. Acima de tudo, pôr a estabilidade da vida das pessoas acima da estabilidade dos interesses económicos das elites, como temos visto até aqui.
3 - De que forma pode a Presidente da República voltar a pôr em agenda e contribuir para a solução do problema da desertificação do país?
Essa é uma questão essencial. O que assistimos nos últimos anos com o encerramento de serviços como Tribunais, centros de saúde e escolas foi o agravamento das desigualdades territoriais e sociais. Precisamos de coesão, de um país uno, de não aceitar cidadãos de primeira e de segunda. Essa é uma das áreas onde a Presidente pode e deve exercer a sua magistratura de influência. As pessoas não vivem nos locais se não têm acesso aos serviços mais básicos.
4 - Como é que vê o território da região de Leiria no contexto nacional?
É inegável o valor da região de Leiria para o país a nível económico, quer pela indústria variada, quer pelo sector empresarial, quer pela agricultura. No meu entender, o grande problema da região é o das acessibilidades relativas aos transportes públicos. Há duas autoestradas, mas não há caminho de ferro a servir a cidade, com um total desprezo à linha do Oeste. Ter transportes de qualidade é fundamental para a coesão territorial como dizia antes. Outra questão é uma que atravessa todo o país e Leiria não é exceção, infelizmente, que é a das desigualdades sociais.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
P&R Edgar Silva
"Leiria ocupa um lugar subalterno no conjunto do investimento nacional"
1 - O que o/a distingue dos restantes candidatos?
Tanto no exercício de poderes de decisão, como no uso do diálogo e da palavra, assumo e assumirei o compromisso da opção pelos mais pobres, pelos explorados, defendendo a justiça social. É um compromisso que tem orientado toda a minha vida.
Defenderei um outro rumo para Portugal que comporte a valorização do trabalho e dos trabalhadores, de afirmação dos seus direitos, que combata a precariedade e o desemprego e aposte na melhoria dos rendimentos e condições de vida dos trabalhadores.
Assim, esta é uma candidatura que não só está profundamente comprometida com a Constituição da República Portuguesa como afirma que há um outro rumo e uma outra política capaz de responder aos problemas de Portugal, este é o principal traço distintivo da minha candidatura que decorre da sua natureza progressista vinculada aos ideais libertadores de Abril, à Constituição da República e ao regime democrático que ela consagra e projeta.
2 - O que vai fazer para reaproximar os cidadãos da figura do Presidente da República?
Defenderei o aprofundamento da Democracia como um fator imprescindível de desenvolvimento e transformação. A participação democrática dos cidadãos em todos os planos da vida coletiva, e na defesa dos direitos, liberdades e garantias, constitucionalmente consagrados, é uma pedra angular do reforço, do enraizamento e do aprofundamento do regime democrático.
Comprometo-me, entre outros objetivos, a promover a participação cívica e política e o diálogo com todas as organizações sociais e estruturas representativas das populações, dos trabalhadores, assim como com as organizações representativas da Diáspora portuguesa.
Simultaneamente o Presidente da República deve promover uma visão do regime democrático português que assenta na complementaridade das diversas vertentes da democracia, social, económica, política e cultural.
3 - De que forma pode o Presidente da República voltar a pôr em agenda e contribuir para a solução do problema da desertificação do país?
O grave problema da desertificação do país, a divisão entre interior e litoral, tem em Leiria um exemplo concreto que divide o próprio Distrito.
A contribuição do Presidente para combater esta ameaça à coesão territorial, social e nacional está claramente definida no quadro das sua competências, nomeadamente na exigência de cumprimento, por parte do Governo e demais entidades publicas, do preceituado na Constituição da Republica Portuguesa, no que se refere às tarefas fundamentais do Estado Português, Artigo 9.º alíneas “d) Promover o bem-estar e a qualidade de vida do povo e a igualdade real entre os portugueses, bem como a efetivação dos direitos económicos, sociais, culturais e ambientais, mediante a transformação e modernização das estruturas económicas e sociais” e “g) Promover o desenvolvimento harmonioso de todo o território nacional...”.
Assim agirei no sentido da mobilização dos diversos agentes públicos e privados e da promoção junto do governo políticas que através de uma aposta no sectores produtivos, na criação de emprego com direitos e na consequente fixação da população promovam o desenvolvimento do interior.
4 - Como é que vê o território da região de Leiria no contexto nacional?
O potencial do distrito de Leiria e a sua capacidade do desenvolvimento está condicionada e fortemente limitada. Arrastam-se há muito problemas nos mais diversos domínios, nomeadamente, nas áreas do emprego, da pobreza, da saúde, da mobilidade, do ambiente, da educação e de sectores da economia regional que urge resolver.
Problemas que exigem o reforço do investimento que tem sido sistematicamente negado, deixando Leiria num lugar subalterno no conjunto do investimento nacional.
Paralelamente exige-se a descentralização das políticas de desenvolvimento regional, através de Poder Regional com a Regionalização, garantindo na sua definição a audição das populações e da sua vontade.
Por outro lado é urgente a elaboração de um Plano Integrado de Desenvolvimento, com a participação dos municípios e dos agentes económicos, sociais e culturais do Distrito.
1 - O que o/a distingue dos restantes candidatos?
Tanto no exercício de poderes de decisão, como no uso do diálogo e da palavra, assumo e assumirei o compromisso da opção pelos mais pobres, pelos explorados, defendendo a justiça social. É um compromisso que tem orientado toda a minha vida.
Defenderei um outro rumo para Portugal que comporte a valorização do trabalho e dos trabalhadores, de afirmação dos seus direitos, que combata a precariedade e o desemprego e aposte na melhoria dos rendimentos e condições de vida dos trabalhadores.
Assim, esta é uma candidatura que não só está profundamente comprometida com a Constituição da República Portuguesa como afirma que há um outro rumo e uma outra política capaz de responder aos problemas de Portugal, este é o principal traço distintivo da minha candidatura que decorre da sua natureza progressista vinculada aos ideais libertadores de Abril, à Constituição da República e ao regime democrático que ela consagra e projeta.
2 - O que vai fazer para reaproximar os cidadãos da figura do Presidente da República?
Defenderei o aprofundamento da Democracia como um fator imprescindível de desenvolvimento e transformação. A participação democrática dos cidadãos em todos os planos da vida coletiva, e na defesa dos direitos, liberdades e garantias, constitucionalmente consagrados, é uma pedra angular do reforço, do enraizamento e do aprofundamento do regime democrático.
Comprometo-me, entre outros objetivos, a promover a participação cívica e política e o diálogo com todas as organizações sociais e estruturas representativas das populações, dos trabalhadores, assim como com as organizações representativas da Diáspora portuguesa.
Simultaneamente o Presidente da República deve promover uma visão do regime democrático português que assenta na complementaridade das diversas vertentes da democracia, social, económica, política e cultural.
3 - De que forma pode o Presidente da República voltar a pôr em agenda e contribuir para a solução do problema da desertificação do país?
O grave problema da desertificação do país, a divisão entre interior e litoral, tem em Leiria um exemplo concreto que divide o próprio Distrito.
A contribuição do Presidente para combater esta ameaça à coesão territorial, social e nacional está claramente definida no quadro das sua competências, nomeadamente na exigência de cumprimento, por parte do Governo e demais entidades publicas, do preceituado na Constituição da Republica Portuguesa, no que se refere às tarefas fundamentais do Estado Português, Artigo 9.º alíneas “d) Promover o bem-estar e a qualidade de vida do povo e a igualdade real entre os portugueses, bem como a efetivação dos direitos económicos, sociais, culturais e ambientais, mediante a transformação e modernização das estruturas económicas e sociais” e “g) Promover o desenvolvimento harmonioso de todo o território nacional...”.
Assim agirei no sentido da mobilização dos diversos agentes públicos e privados e da promoção junto do governo políticas que através de uma aposta no sectores produtivos, na criação de emprego com direitos e na consequente fixação da população promovam o desenvolvimento do interior.
4 - Como é que vê o território da região de Leiria no contexto nacional?
O potencial do distrito de Leiria e a sua capacidade do desenvolvimento está condicionada e fortemente limitada. Arrastam-se há muito problemas nos mais diversos domínios, nomeadamente, nas áreas do emprego, da pobreza, da saúde, da mobilidade, do ambiente, da educação e de sectores da economia regional que urge resolver.
Problemas que exigem o reforço do investimento que tem sido sistematicamente negado, deixando Leiria num lugar subalterno no conjunto do investimento nacional.
Paralelamente exige-se a descentralização das políticas de desenvolvimento regional, através de Poder Regional com a Regionalização, garantindo na sua definição a audição das populações e da sua vontade.
Por outro lado é urgente a elaboração de um Plano Integrado de Desenvolvimento, com a participação dos municípios e dos agentes económicos, sociais e culturais do Distrito.
P&R Henrique Neto
"Combaterei pela mudança das leis eleitorais no sentido do voto nominal dos cidadãos"
1 - O que o distingue dos restantes candidatos?
Quase tudo me distingue das outras candidaturas, principalmente dos três candidatos partidários envergonhados, Marcelo Rebelo de Sousa, Sampaio da Nóvoa e Maria de Belém. São candidatos que vivem do Estado e para o Estado, com a cultura adquirida ao longo dos anos de proteção das mordomias e dos interesses dependentes do Estado, de que não se conseguem libertar, quando o que nós precisamos é de libertar a sociedade do poder burocrático e dominante do Estado.
Esta é a razão porque, contrariamente a mim, nunca combateram, criticaram ou sequer apenas divergiram, dos erros trágicos dos governos de José Sócrates. Criticam apenas os governos dos partidos de sinal contrário e mesmo assim mansamente.
Nenhum tem a experiência política e empresarial, nacional e internacional, que eu adquiri ao longo dos anos e limitam-se a representar as corporações e os centros de interesse que os apoiam. Finalmente, nenhum deles demonstrou a coragem, a determinação e, principalmente, a visão estratégica capaz de impulsionar Portugal para um novo patamar de progresso e de desenvolvimento. Aliás, fui o único que escreveu um livro e duas moções políticas sobre uma nova estratégia para Portugal. Estes três candidatos nem sequer deram a conhecer ao Pais as suas ideias neste domínio, se é que as têm.
Aliás a sua falta de ideias para o crescimento económico, para a criação de empregos e para o reforço do investimento e da posição internacional de Portugal, faz com que o seu discurso seja evasivo, vazio e chato. Sendo que a sua melhor qualidade é terem a proteção das corporações que dominam a comunicação social.
2 - O que vai fazer para reaproximar os cidadãos da figura do Presidente da República?
Combaterei pela mudança das leis eleitorais no sentido do voto nominal dos cidadãos, isto é, cada cidadão deve ter o seu deputado a que possa recorrer, além de que pugnarei pela limitação do poder excessivo dos partidos aumentando a concorrência, através da eleição para a Assembleia da República de cidadãos independentes.
Acresce, que unirei vontades para reforçar o poder e a independência das instituições da sociedade espalhadas por todo o País, que é a característica principal dos países modernos e desenvolvidos.
3 - De que forma pode o Presidente da República voltar a pôr em agenda e contribuir para a solução do problema da desertificação do país?
A desertificação do interior de Portugal resolve-se de três formas: crescimento económico, nomeadamente na agricultura, com incentivos para localizações prioritárias ao investimento privado; dar prioridade ao investimento público no interior; descentralização administrativa para o interior. O Distrito de Leiria é um bom exemplo de crescimento económico autónomo do Estado que deve ser copiado no interior.
4 - Como é que vê o território da região de Leiria no contexto nacional?
Como sabemos, o progresso da região de Leiria foi baseado em algumas características distintas: independência do Estado; forte nível de iniciativa empresarial de empresas pequenas e médias; economia fortemente diversificada, agricultura, indústria, pescas, turismo e serviços; fortes ligações internacionais resultantes da vocação exportadora.
Neste contexto, um dos mais fortes elementos do desenvolvimento económico é a capacidade de colocar os empresários a falar uns com os outros, no sentido de melhorar o seu conhecimento comum dos mercados e das tecnologias, desenvolver a cooperação entre as empresas com objetivos comuns e desenvolver novos projetos complementares das suas atividades. Foi o que inspirei se fizesse na Marinha Grande, com excelentes resultados que ainda hoje perduram.
Quase tudo me distingue das outras candidaturas, principalmente dos três candidatos partidários envergonhados, Marcelo Rebelo de Sousa, Sampaio da Nóvoa e Maria de Belém. São candidatos que vivem do Estado e para o Estado, com a cultura adquirida ao longo dos anos de proteção das mordomias e dos interesses dependentes do Estado, de que não se conseguem libertar, quando o que nós precisamos é de libertar a sociedade do poder burocrático e dominante do Estado.
Esta é a razão porque, contrariamente a mim, nunca combateram, criticaram ou sequer apenas divergiram, dos erros trágicos dos governos de José Sócrates. Criticam apenas os governos dos partidos de sinal contrário e mesmo assim mansamente.
Nenhum tem a experiência política e empresarial, nacional e internacional, que eu adquiri ao longo dos anos e limitam-se a representar as corporações e os centros de interesse que os apoiam. Finalmente, nenhum deles demonstrou a coragem, a determinação e, principalmente, a visão estratégica capaz de impulsionar Portugal para um novo patamar de progresso e de desenvolvimento. Aliás, fui o único que escreveu um livro e duas moções políticas sobre uma nova estratégia para Portugal. Estes três candidatos nem sequer deram a conhecer ao Pais as suas ideias neste domínio, se é que as têm.
Aliás a sua falta de ideias para o crescimento económico, para a criação de empregos e para o reforço do investimento e da posição internacional de Portugal, faz com que o seu discurso seja evasivo, vazio e chato. Sendo que a sua melhor qualidade é terem a proteção das corporações que dominam a comunicação social.
2 - O que vai fazer para reaproximar os cidadãos da figura do Presidente da República?
Combaterei pela mudança das leis eleitorais no sentido do voto nominal dos cidadãos, isto é, cada cidadão deve ter o seu deputado a que possa recorrer, além de que pugnarei pela limitação do poder excessivo dos partidos aumentando a concorrência, através da eleição para a Assembleia da República de cidadãos independentes.
Acresce, que unirei vontades para reforçar o poder e a independência das instituições da sociedade espalhadas por todo o País, que é a característica principal dos países modernos e desenvolvidos.
3 - De que forma pode o Presidente da República voltar a pôr em agenda e contribuir para a solução do problema da desertificação do país?
A desertificação do interior de Portugal resolve-se de três formas: crescimento económico, nomeadamente na agricultura, com incentivos para localizações prioritárias ao investimento privado; dar prioridade ao investimento público no interior; descentralização administrativa para o interior. O Distrito de Leiria é um bom exemplo de crescimento económico autónomo do Estado que deve ser copiado no interior.
4 - Como é que vê o território da região de Leiria no contexto nacional?
Como sabemos, o progresso da região de Leiria foi baseado em algumas características distintas: independência do Estado; forte nível de iniciativa empresarial de empresas pequenas e médias; economia fortemente diversificada, agricultura, indústria, pescas, turismo e serviços; fortes ligações internacionais resultantes da vocação exportadora.
Neste contexto, um dos mais fortes elementos do desenvolvimento económico é a capacidade de colocar os empresários a falar uns com os outros, no sentido de melhorar o seu conhecimento comum dos mercados e das tecnologias, desenvolver a cooperação entre as empresas com objetivos comuns e desenvolver novos projetos complementares das suas atividades. Foi o que inspirei se fizesse na Marinha Grande, com excelentes resultados que ainda hoje perduram.
P&R Cândido Ferreira
“O futuro será ainda mais auspicioso se Leiria ajudar a colocar um leiriense na Presidência"
1 - O que o distingue dos restantes candidatos?
Os leirienses conhecem-me. Diferencia-me dos outros candidatos o facto de não lhes falar de teorias, mas sim de obra feita, à vista de todos: uma clínica referência que é visitada por gente de todo o mundo; uma consulta médica que foi sempre gratuita – muitos me chamam médico dos pobres – e que nunca teve listas de espera; uma empresa que foi a melhor do distrito de Leiria na classificação deste jornal; o meu desempenho na Câmara onde, sem nunca receber proventos, fui o único vereador, no séc, XX, que recebeu um louvor por unanimidade; a minha intervenção cívica em causas como a da proteção das crianças, dos idosos, da defesa do património, da cooperação com África, dos reclusos; e assim podia continuar por muitas mais linhas a enumerar passos da minha vida. Enfim, sempre mantive uma atitude generosa, sem precisar de levantar a voz ou de pisar os outros. Nunca ninguém precisou de esperar por mim e nunca olhei a “clubes” ou a “bens materiais”.
2 - O que vai fazer para reaproximar os cidadãos da figura da/o Presidente da República?
Continuar este meu percurso de vida, traduzido numa ligação muito estreita às pessoas e às grandes causas nacionais: contra o despesismo, o clientelismo e a corrupção; pela Justiça, pela educação e pela saúde, pela economia real que gera mais e melhores empregos, pela melhoria da auto-estima dos portugueses. Há tanto em que um Presidente da República se “entretenha”. E nós podemos!
3 - De que forma pode a/o Presidente da República voltar a pôr em agenda e contribuir para a solução do problema da desertificação do país?
Precisamente, procurando através do Conselho de Estado Social, que tenho vindo a propor, a definição de programas sólidos e duradoiros e o aumento do investimento público e melhores condições para o investimento privado. Esse é o caminho, a juntar à defesa da cultura e das tradições.
4 - Como é que vê o território da região de Leiria no contexto nacional?
Tenho dito e repetido que Leiria tem futuro. O futuro será ainda mais auspicioso, se Leiria ajudar a colocar um leiriense na Presidência. Apesar de discriminado pela comunicação social, nesta campanha tenho sido uma surpresa positiva, como todos os analistas isentos reconhecem. Serei digno. Prometo não vos desiludir.
1 - O que o distingue dos restantes candidatos?
Os leirienses conhecem-me. Diferencia-me dos outros candidatos o facto de não lhes falar de teorias, mas sim de obra feita, à vista de todos: uma clínica referência que é visitada por gente de todo o mundo; uma consulta médica que foi sempre gratuita – muitos me chamam médico dos pobres – e que nunca teve listas de espera; uma empresa que foi a melhor do distrito de Leiria na classificação deste jornal; o meu desempenho na Câmara onde, sem nunca receber proventos, fui o único vereador, no séc, XX, que recebeu um louvor por unanimidade; a minha intervenção cívica em causas como a da proteção das crianças, dos idosos, da defesa do património, da cooperação com África, dos reclusos; e assim podia continuar por muitas mais linhas a enumerar passos da minha vida. Enfim, sempre mantive uma atitude generosa, sem precisar de levantar a voz ou de pisar os outros. Nunca ninguém precisou de esperar por mim e nunca olhei a “clubes” ou a “bens materiais”.
2 - O que vai fazer para reaproximar os cidadãos da figura da/o Presidente da República?
Continuar este meu percurso de vida, traduzido numa ligação muito estreita às pessoas e às grandes causas nacionais: contra o despesismo, o clientelismo e a corrupção; pela Justiça, pela educação e pela saúde, pela economia real que gera mais e melhores empregos, pela melhoria da auto-estima dos portugueses. Há tanto em que um Presidente da República se “entretenha”. E nós podemos!
3 - De que forma pode a/o Presidente da República voltar a pôr em agenda e contribuir para a solução do problema da desertificação do país?
Precisamente, procurando através do Conselho de Estado Social, que tenho vindo a propor, a definição de programas sólidos e duradoiros e o aumento do investimento público e melhores condições para o investimento privado. Esse é o caminho, a juntar à defesa da cultura e das tradições.
4 - Como é que vê o território da região de Leiria no contexto nacional?
Tenho dito e repetido que Leiria tem futuro. O futuro será ainda mais auspicioso, se Leiria ajudar a colocar um leiriense na Presidência. Apesar de discriminado pela comunicação social, nesta campanha tenho sido uma surpresa positiva, como todos os analistas isentos reconhecem. Serei digno. Prometo não vos desiludir.
sexta-feira, 8 de janeiro de 2016
Agenda das Presidenciais na região
Quinta-feira, 14 de janeiro
Candidatura de Sampaio da Nóvoa
19h30 - Orador convidado do jantar-conferência no ISDOM - Instituto Superior D. Dinis. "Educação o motor do desenvolvimento" será o tema da intervenção
Sexta-feira, 15 de janeiro
Candidatura de Maria de Belém
10h00 - Visita à empresa Plimat, na Marinha Grande
10h40 - Inauguração da sede de candidatura na Marinha Grande
11h30 - Feira da Nazaré
13h00 - Visita ao farol da Nazaré
13h30 - Almoço no restaurante Adega Oceano
10h40 - Inauguração da sede de candidatura na Marinha Grande
11h30 - Feira da Nazaré
13h00 - Visita ao farol da Nazaré
13h30 - Almoço no restaurante Adega Oceano
Candidatura de Marcelo Rebelo de Sousa
10h30 - Visita ao Centro de Educação Especial Rainha D. Leonor, em Caldas da Rainha
11h30 - Praça da fruta e comércio de rua
13h30 - Almoço na cantina da empresa Normax, na Marinha Grande
15h30 - Armazém 55 do porto de abrigo da Nazaré; Cercina; Vela adaptada
17h00 - Lanche na pastelaria Alcoa, em Alcobaça
19h00 - Sessão pública no auditório do IPLeiria
11h30 - Praça da fruta e comércio de rua
13h30 - Almoço na cantina da empresa Normax, na Marinha Grande
15h30 - Armazém 55 do porto de abrigo da Nazaré; Cercina; Vela adaptada
17h00 - Lanche na pastelaria Alcoa, em Alcobaça
19h00 - Sessão pública no auditório do IPLeiria
Candidatura de Henrique Neto
18h30 - Apresentação
da biografia do candidato na Livraria Arquivo, Leiria
Domingo, 17 de janeiro
Candidatura de Henrique Neto
09h00 - Ação
de rua na feira de Pataias, Alcobaça
12h30 – Almoço com apoiantes da região de Leiria (local a determinar)
15h00 – Ação de rua em S. Pedro de Moel, Marinha Grande
16h30 – Ação de rua na Praia da Vieira
12h30 – Almoço com apoiantes da região de Leiria (local a determinar)
15h00 – Ação de rua em S. Pedro de Moel, Marinha Grande
16h30 – Ação de rua na Praia da Vieira
Segunda-feira, 18 de janeiro
Candidatura de Cândido Ferreira
11h00 - Câmara Municipal de Peniche
11h30 - Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar
13h00 - Almoço com a comunicação social no restaurante Pachá, em Caldas da Rainha
15h00 - Exploração agrária de Alcobaça
Sexta-feira, 22 de janeiro
11h30 - Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar
13h00 - Almoço com a comunicação social no restaurante Pachá, em Caldas da Rainha
15h00 - Exploração agrária de Alcobaça
Sexta-feira, 22 de janeiro
Candidatura de Cândido Ferreira
09h00 - Arruada e visita ao mercado de Leiria
11h00 - Visita à empresa Geco
12h00 - Nerlei e estádio municipal de Leiria
13h00 - Almoço com a comunicação social no restaurante-escola da Escola Profissional de Leiria
15h00 - Câmara Municipal de Porto de Mós
16h15 - Visita à empresa Matcerâmica, na Batalha
20h00 - Jantar de encerramento da campanha no restaurante A Grelha, em Leiria
11h00 - Visita à empresa Geco
12h00 - Nerlei e estádio municipal de Leiria
13h00 - Almoço com a comunicação social no restaurante-escola da Escola Profissional de Leiria
15h00 - Câmara Municipal de Porto de Mós
16h15 - Visita à empresa Matcerâmica, na Batalha
20h00 - Jantar de encerramento da campanha no restaurante A Grelha, em Leiria
segunda-feira, 4 de janeiro de 2016
Saiba onde votar
Sabe qual é a sua mesa de voto para as eleições de 26 de janeiro de 2016?
Verifique previamente a sua situação no recenseamento eleitoral (nº de eleitor, freguesia de inscrição e local de voto) através de uma destas formas:
- Mensagem (SMS) parao número 3838 (gratuito)
Escreva: RE (espaço) nº de identificação civil constante no bilhete de identidade ou cartão do cidadão (espaço) data de nascimento (no formato AAAAMMDD) Exemplo: RE 12345678 19750602
- Portal do Recenseamento
Aceda a www.recenseamento.mai.gov.pt
- Linha de apoio ao eleitor
Ligue 808 206 206 (custo de chamada local)
- Junta de Freguesia
Dirija-se a uma junta de freguesia
Verifique previamente a sua situação no recenseamento eleitoral (nº de eleitor, freguesia de inscrição e local de voto) através de uma destas formas:
- Mensagem (SMS) parao número 3838 (gratuito)
Escreva: RE (espaço) nº de identificação civil constante no bilhete de identidade ou cartão do cidadão (espaço) data de nascimento (no formato AAAAMMDD) Exemplo: RE 12345678 19750602
- Portal do Recenseamento
Aceda a www.recenseamento.mai.gov.pt
- Linha de apoio ao eleitor
Ligue 808 206 206 (custo de chamada local)
- Junta de Freguesia
Dirija-se a uma junta de freguesia
sábado, 2 de janeiro de 2016
Quem são os dez candidatos a Presidente da República?
A 24 de janeiro, os portugueses vão às urnas eleger o sucessor de Cavaco Silva na Presidência da República.
O Tribunal Constitucional revelou as dez candidaturas admitidas ao ato eleitoral. Dois dos candidatos, Henrique Neto e Cândido Ferreira, têm fortes ligações ao distrito de Leiria.
Conheça melhor os candidatos, apresentados pela ordem em que deverão surgir no boletim de voto, de acordo com o sorteio realizado pelo Tribunal Constitucional.
Henrique Neto
Com 79 anos, militante socialista e empresário, nasceu em Lisboa mas é originário de uma família da Marinha Grande. Foi neste concelho que desenvolveu boa parte da sua atividade empresarial, interrompida pela sua entrada no Parlamento como deputado do PS. A sua experiência no sector empresarial dos moldes, ligado à exportação, marca boa parte do discurso enquanto candidato, muito direcionado para as questões da economia. O ex-minsitro das Finanças, Campos e Cunha é o mandatário da candidatura.
Sampaio da Nóvoa
Tem 61 anos e nasceu em Valença. Antigo reitor da Universidade de Lisboa, tem o apoio dos antigos presidentes Eanes, Soares e Sampaio e do Livre/Tempo de Avançar. Professor catedrático, “acredita que a Educação é o motor da liberdade”. Na juiventude chegou a jogar futebol pela Académica e a frequentar a Escola de Teatro do Conservatório Nacional. É doutorado em Ciências da Educação e em História. António Correia de Campos, antigo ministro da Saúde, é o seu mandatário.
Cândido Ferreira
É médico de profissão, tem 66 anos e é natural de Cantanhede, distrito de Coimbra, mas desde sempre ligado a Leiria. Aliás, tem longa experiência de participação política na região, tendo liderado a Federação Distrital de Leiria do PS. Não obstante, assegura ter apoios de diversos quadrantes políticos. Entre outras medidas, o antigo diretor hospitalar defende a necessidade de terminar com a austeridade e reformar os serviços da Presidência. Caio Roque, ex-deputado é o seu mandatário nacional.
Edgar Silva
Candidato apoiado pelo PCP, antigo sacerdote católico, tem 53 anos e é natural do Funchal. Deputado na Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira desde 1996 é licenciado em teologia. Em 1997 comunicou ao Bispo do Funchal a sua desvinculação em relação ao exercício do ministério sacerdotal e inscreveu-se no PCP pouco depois. Aposta numa candidatura que promete olhar pelos mais pobres, trabalhadores e desempregados. O sindicalista José Ernesto Cartaxo é o seu mandatário.
Jorge Sequeira
É de Braga, licenciado em psicologia, comentador político no Porto Canal , professor do ensino superior e speaker motivacional. Aliás, na sua página pessoal na internet, refere que no âmbito da sua intervenção no alto rendimento atlético, trabalhou com a equipa técnica do S. C. de Braga. Tem 50 anos e pretende chamar a atenção para as “competências extraordinárias que existem na sociedade civil extra partidária”. Óscar Afonso, presidente do Observatório da Economia Paralela, é o mandatário da sua candidatura.
Vitorino Silva
Tino de Rans. Foi com essa designação que, depois de uma mediática prestação num congresso do PS, passou a ser conhecido. Tem 44 anos e é calceteiro de profissão. Foi presidente da junta de freguesia de Rans, concelho de Penafiel e chegou a participar no reality show Big Brother dos Famosos . Quer retirar “a plebe” do seu papel de figurante histórico. “Em 872 anos da nossa história, a plebe foi sempre figurante. Nunca teve o papel principal”, argumentou na apresentação da sua candidatura.
Marisa Matias
Tem 39 anos, é socióloga, doutorada na área do ambiente e da saúde pública e investigadora do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra. Eurodeputada desde 2009, eleita pelo Bloco de Esquerda, pertence à mesa nacional e da comissão política do BE. É natural de Condeixa-a-Nova, distrito de Coimbra. Mobilizar o eleitorado e desmascarar o conservadorismo do candidato da direita, Marcelo Rebelo de Sousa, é um dos pontos centrais da sua candidatura. O ator António Capelo é o mandatário nacional.
Maria de Belém
Antiga ministra da Saúde e da Igualdade e ex-presidente do PS, é candidata da área socialista, ainda que o partido não se tenha vinculado a qualquer candidatura. Tem 66 anos de idade, auditora da Defesa Nacional e licenciada em Direito. Manuel Alegre, Almeida Santos, Jorge Coelho e Vera Jardim são alguns dos históricos do PS que declararam apoiá-la. “Precisamos de uma presidência com uma visão equilibrada dos poderes presidenciais”, declarou na apresentação da candidatura. O ex-ministro.Marçal Grilo é o mandatário.
Marcelo Rebelo de Sousa
Professor universitário, comentador político que durante anos manteve um espaço de opinião na TVI, aos 67 anos é apontado com um candidato que aglutina apoios à direita e ao centro. É professor catedrático, mas também foi jornalista, tendo desempenhado funções diretivas no Expresso. Foi deputado, eurodeputado e secretário de Estado no governo liderado por Francisco Pinto Balsemão.. Integrou o Conselho de Estado e presidiu ao PSD entre 1996 e 1999. Maria Pereira, cientista de Leiria, é a mandatária nacional da candidatura.
Paulo de Morais
Acabar com a política-espetáculo, combater a corrupção e a dependência entre interesses económicos e a política, são algumas das ideias de força da sua candidatura. Com 52 anos de idade, Paulo Morais tem experiência como vereador na Câmara do Porto, no executivo liderado por Rui Rio e na vice-presidência da associação Transparência e Integridade. Natural de Viana do Castelo, é licenciado em matemática, doutor em gestão e professor no ensino superior. Maria Serrenho, antiga diretora de escola é a mandatária nacional.
O Tribunal Constitucional revelou as dez candidaturas admitidas ao ato eleitoral. Dois dos candidatos, Henrique Neto e Cândido Ferreira, têm fortes ligações ao distrito de Leiria.
Conheça melhor os candidatos, apresentados pela ordem em que deverão surgir no boletim de voto, de acordo com o sorteio realizado pelo Tribunal Constitucional.
Henrique NetoCom 79 anos, militante socialista e empresário, nasceu em Lisboa mas é originário de uma família da Marinha Grande. Foi neste concelho que desenvolveu boa parte da sua atividade empresarial, interrompida pela sua entrada no Parlamento como deputado do PS. A sua experiência no sector empresarial dos moldes, ligado à exportação, marca boa parte do discurso enquanto candidato, muito direcionado para as questões da economia. O ex-minsitro das Finanças, Campos e Cunha é o mandatário da candidatura.
Sampaio da Nóvoa
Tem 61 anos e nasceu em Valença. Antigo reitor da Universidade de Lisboa, tem o apoio dos antigos presidentes Eanes, Soares e Sampaio e do Livre/Tempo de Avançar. Professor catedrático, “acredita que a Educação é o motor da liberdade”. Na juiventude chegou a jogar futebol pela Académica e a frequentar a Escola de Teatro do Conservatório Nacional. É doutorado em Ciências da Educação e em História. António Correia de Campos, antigo ministro da Saúde, é o seu mandatário.
Cândido Ferreira
É médico de profissão, tem 66 anos e é natural de Cantanhede, distrito de Coimbra, mas desde sempre ligado a Leiria. Aliás, tem longa experiência de participação política na região, tendo liderado a Federação Distrital de Leiria do PS. Não obstante, assegura ter apoios de diversos quadrantes políticos. Entre outras medidas, o antigo diretor hospitalar defende a necessidade de terminar com a austeridade e reformar os serviços da Presidência. Caio Roque, ex-deputado é o seu mandatário nacional.
Edgar Silva
Candidato apoiado pelo PCP, antigo sacerdote católico, tem 53 anos e é natural do Funchal. Deputado na Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira desde 1996 é licenciado em teologia. Em 1997 comunicou ao Bispo do Funchal a sua desvinculação em relação ao exercício do ministério sacerdotal e inscreveu-se no PCP pouco depois. Aposta numa candidatura que promete olhar pelos mais pobres, trabalhadores e desempregados. O sindicalista José Ernesto Cartaxo é o seu mandatário.
Jorge Sequeira
É de Braga, licenciado em psicologia, comentador político no Porto Canal , professor do ensino superior e speaker motivacional. Aliás, na sua página pessoal na internet, refere que no âmbito da sua intervenção no alto rendimento atlético, trabalhou com a equipa técnica do S. C. de Braga. Tem 50 anos e pretende chamar a atenção para as “competências extraordinárias que existem na sociedade civil extra partidária”. Óscar Afonso, presidente do Observatório da Economia Paralela, é o mandatário da sua candidatura.
Vitorino Silva
Tino de Rans. Foi com essa designação que, depois de uma mediática prestação num congresso do PS, passou a ser conhecido. Tem 44 anos e é calceteiro de profissão. Foi presidente da junta de freguesia de Rans, concelho de Penafiel e chegou a participar no reality show Big Brother dos Famosos . Quer retirar “a plebe” do seu papel de figurante histórico. “Em 872 anos da nossa história, a plebe foi sempre figurante. Nunca teve o papel principal”, argumentou na apresentação da sua candidatura.
Marisa Matias
Tem 39 anos, é socióloga, doutorada na área do ambiente e da saúde pública e investigadora do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra. Eurodeputada desde 2009, eleita pelo Bloco de Esquerda, pertence à mesa nacional e da comissão política do BE. É natural de Condeixa-a-Nova, distrito de Coimbra. Mobilizar o eleitorado e desmascarar o conservadorismo do candidato da direita, Marcelo Rebelo de Sousa, é um dos pontos centrais da sua candidatura. O ator António Capelo é o mandatário nacional.
Maria de Belém
Antiga ministra da Saúde e da Igualdade e ex-presidente do PS, é candidata da área socialista, ainda que o partido não se tenha vinculado a qualquer candidatura. Tem 66 anos de idade, auditora da Defesa Nacional e licenciada em Direito. Manuel Alegre, Almeida Santos, Jorge Coelho e Vera Jardim são alguns dos históricos do PS que declararam apoiá-la. “Precisamos de uma presidência com uma visão equilibrada dos poderes presidenciais”, declarou na apresentação da candidatura. O ex-ministro.Marçal Grilo é o mandatário.
Marcelo Rebelo de Sousa
Professor universitário, comentador político que durante anos manteve um espaço de opinião na TVI, aos 67 anos é apontado com um candidato que aglutina apoios à direita e ao centro. É professor catedrático, mas também foi jornalista, tendo desempenhado funções diretivas no Expresso. Foi deputado, eurodeputado e secretário de Estado no governo liderado por Francisco Pinto Balsemão.. Integrou o Conselho de Estado e presidiu ao PSD entre 1996 e 1999. Maria Pereira, cientista de Leiria, é a mandatária nacional da candidatura.
Paulo de Morais
Acabar com a política-espetáculo, combater a corrupção e a dependência entre interesses económicos e a política, são algumas das ideias de força da sua candidatura. Com 52 anos de idade, Paulo Morais tem experiência como vereador na Câmara do Porto, no executivo liderado por Rui Rio e na vice-presidência da associação Transparência e Integridade. Natural de Viana do Castelo, é licenciado em matemática, doutor em gestão e professor no ensino superior. Maria Serrenho, antiga diretora de escola é a mandatária nacional.
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